O Procurador-geral da República (PGR), Pinto Monteiro, admitiu esta quinta-feira que a alteração da medida de coacção a Oliveira e Costa, antigo presidente do BPN, "provavelmente também será um sinal" para quem queira ou possa colaborar com a Justiça.

Pinto Monteiro explicou que «a prisão efectiva é quando se justifica».«Não se vai operar o doente se se pode curar de outra maneira», exemplificou.

O PGR adiantou ainda que as medidas de coacção são alteradas quando os investigadores o entendem.

Oliveira e Costa está neste momento em prisão domiciliária, com pulseira electrónica, depois de vários meses em prisão preventiva.