Os CTT estão a aguardar a aprovação do accionista Estado para seguirem com o processo de internacionalização que, a curto prazo, passa por Angola.

Segundo avançou o presidente dos Correios, Estanislau Mata da Costa, há ainda que ter em conta as autorizações dos organismos locais para que os Correios de Portugal possam lançar a operação prevista ao nível do correio expresso. Em causa está também a entrada da via PayShop neste país africano.

«As empresas não entrarão em funcionamento este ano. Além de parceiros locais, estamos dependentes dos interesses das autoridades», referiu o presidente em conferência de imprensa esta quarta-feira, à margem da apresentação de resultados da empresa para o primeiro semestre.

Os CTT registaram lucros de 31,6 milhões de euros no primeiro semestre deste ano, mais 14,9 por cento que no mesmo período do ano passado, anunciou a empresa em conferência de imprensa.

Nos mesmos seis meses, a empresa atingiu um EBITDA de 59,8 milhões de euros, ou seja, mais 5%.