Os automóveis vulgarmente chamados de «verdes» estão cada vez mais na moda. A razão é a crescente preocupação com o ambiente e as emissões de CO2, mas não é a única. Este tipo de carro «amigo do ambiente» leva muitas vezes a pensar que se reduz os gastos com os combustíveis, que estão cada vez mais caros. No entanto, de acordo com o «Jornal de Negócios, os híbridos não são a melhor opção.

O mesmo jornal comparou as principais ofertas de veículos que utilizam a tecnologia híbrida como forma de propulsão. Foram considerados os dois modelos mais vendidos no mercado nacional: o Toyota Prius e o Honda Civic IMA.

A conclusão é que os benefícios que um híbrido representa para ao meio ambiente acabam por traduzir-se em «malefícios» para a carteira. A verdade é que a poupança conseguida em termos de consumo de combustível, em resultado da maior eficiência energética, e o menor valor do Imposto Único de Circulação (IUC) são anulados pelo maior custo do veículo no acto de compra.

Essa discrepância é ainda maior quando comparada com o carro a gasolina, modelos que tendencialmente são menos dispendiosos do que os a gasóleo.
Redação