Entre hoje e o dia 01 de Março, todos os professores candidatos terão obrigatoriamente de fazer uma inscrição, por via electrónica, recebendo depois um código de acesso que lhes permitirá fazer a candidatura, refere a Lusa.

Até ao final da primeira semana de Março, os candidatos receberão pelo correio os respectivos password e login de acesso.

A candidatura inicia-se a partir de 07 de Março, decorrerá em três fases para estabilizar o fluxo de acessos à Internet, e terminará a 15 de Abril.

Na apresentação pública do novo modelo, em finais de Janeiro, a ministra da Educação, Maria do Carmo Seabra, assegurou que, contrariamente ao que ocorreu no ano anterior, com a sua equipa, o ano lectivo de 2005/2006 vai iniciar-se «em paz», com todos os docentes atempadamente colocados nas escolas.

Segundo a ministra da Educação, a preparação do concurso de 2005/2006 iniciou-se a 18 de Outubro, tendo sido feitas alterações ao modelo anterior, entre as quais a decisão de realizar um concurso integralmente por via electrónica e alterar a ordem de prioridades na colocação, colocando os docentes com condições específicas (razões de saúde, por exemplo) depois dos quadros de zona pedagógica.

Para o novo concurso electrónico, o Ministério da Educação garante ter investido em três áreas: nos formulários electrónicos, para a inscrição e para a candidatura, na criação de suporte físico adequado à candidatura electrónica, rede nacional de ciberpontos e centros de apoio electrónico assistidos, e no equipamento informático para garantir a possibilidade de acesso em simultâneo dos 100 mil candidatos.

Por ser feito por via electrónica, o Ministério da Educação montou uma estrutura de 795 ciberpontos para acesso à Internet, com uma média de três computadores cada, e 85 centros com sete computadores cada.

Também o Sindicato dos Professores da Região Centro decidiu reabrir os gabinetes de apoio aos concursos para prevenir «eventuais erros e anomalias».

Estes gabinetes, denominados de GAP, funcionarão em todas as sedes e delegações do sindicato, nos seis distritos da Região Centro, podendo ter acesso aos seus serviços de apoio os associados do sindicato, as escolas e os professores desempregados.
Redação / Lusa/PGM