«O passivo da Câmara de Lisboa, mais uma vez, subiu, tendo tido um incremento de 61 milhões de euros», denuncia Sá Fernandes em comunicado enviado à imprensa. Destes, «quase 54 milhões de euros» são respeitantes a «despesas de Serviço de Dívida (juros, etc)», acrescenta. Tendo a autarquia da capital uma dívida estimada em mil milhões de euros, o passivo, registado o ano passado, torna assim mais sinuoso o caminho de encontro à poupança que Carmona sublinha querer encontrar, avança o «Correio da Manhã».

De acordo com o vereador do BE na Câmara este relatório «dá conta de taxas de execução aos piores níveis dos piores anos da famigerada gestão Santana Lopes/Carmona Rodrigues: apenas 46 por cento do Plano de Actividades para 2006 foi executado», denuncia. Ainda em relação às Sociedades de Reabilitação Urbana (SRU), diz-se «especialmente preocupado» dado que apresentam «uma taxa de execução de apenas 27%».
Redação