Este aumento é um reflexo das subidas observadas em ambos os mercados, nacional e externo, de 9,1% e 9,5%, respectivamente.

Todos os agrupamentos apresentam contributos positivos para o índice geral, mas destaca-se o de Bens Intermédios com uma variação homóloga de 11,3%. No entanto, a maior aceleração verificou-se no agrupamento de Bens e Consumo, que registou uma taxa de variação de 7%, mais 3,3 pontos percentuais que o observado no mês anterior.

Mercados nacional e externo contribuem para subida

No trimestre terminado em Dezembro, as novas encomendas recebidas na indústria com origem no mercado nacional, quando comparadas com o mesmo trimestre do ano anterior, registaram uma variação homóloga de 9,1%, o que representa um acréscimo de 1,7 p.p face ao observado ao mês anterior.

Os principais responsáveis por esta subida foram os agrupamentos de Bens de Consumo e o de Bens de Investimento.

Quanto ao mercado externo, as encomendas recebidas cresceram 9,5% em termos homólogos, o que representa uma desaceleração de 0,4 p.p. face ao verificado em Novembro.

A variação positiva do índice geral foi resultado do comportamento dos agrupamentos de Bens Intermédios e de Bens de Investimento. O agrupamento de Bens de Consumo registou um comportamento positivo pela primeira vez este ano.
Redação / PGM