Em conferência de imprensa, o ministro, que falava enquanto representante do accionista Estado, explicou que o mesmo «entendeu não dar mensagens prévias e não expressar resultados para não influenciar o mercado. O mercado é maduro», considerou.

«O Estado não votou nem a favor nem contra, nem usou o direito de veto», lembrou o ministro, justificando que «apesar de termos uma golden share, só a devemos usar quando entendermos e consideramos que cabia aos accionistas da PT tomar uma decisão clara».

Quando questionado sobre o facto de a PT já não ser a mesma depois desta tentativa de OPA, o ministro admitiu que «há de facto uma alteração liderada pelo actual Conselho de Administração, e uma das principais medidas é a separação da rede cobre e cabo. O Estado apoia esta medida porque considera que é a mais benéfica para os consumidores».