Com o título «Disposição de Portugal aumenta à medida que a recessão desaparece», o artigo sublinha que o país mudou muito para melhor. «Em menos de dois anos, o défice de Portugal (..) desceu para 3,9 por cento. É esperado que caia para perto de 3%, o máximo permitido segundo as regras da Zona Euro, no final deste ano», aponta.

O «Financial Times» destaca ainda o facto da taxa de crescimento económico ter ultrapassado as previsões, em consequência do aumento das exportações e até mesmo das reformas estruturais que o Governo tem em curso, «resultando no maior corte nas despesas publicas primárias (..) em 30 anos».

«Quando visitar Lisboa em Julho, altura em que Portugal vai assumir a presidência rotativa da União Europeia, vai encontrar os eu país num ambiente muito mais positivo do que quando o abandonou na sombra da recessão», relatam. Aqui, o jornalista referia-se a José Manuel Barroso, actualmente a assumir a presidência da Comissão Europeia.

De acordo com o jornal, os cortes de 75 mil funcionários públicos até 2009, medida do primeiro-ministro socialista, são um passo crucial para que Portugal consiga cumprir os objectivos de redução do défice para menos de 3,3% acordado com Bruxelas.

A actual polémica sobre a licenciatura de José Sócrates não é em nenhum momento mencionada.
Redação / MD