Isto apesar de o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações ir dando alguns sinais claros de que continua convicto na boa decisão que tomou quando escolheu estes responsáveis, em detrimento do anterior presidente Cardoso e Cunha, para gerir a transportadora aérea.

«Sobre o engenheiro Fernando Pinto e a TAP, já disse o que tinha a dizer. A decisão será tomada antes do final do ano, por questões de compromisso com as pessoas. Acho que as pessoas devem olhar para a gestão sob o ponto de vista da sua eficiência e do ponto de vista dos resultados da empresa. É isso que compete ao accionista e é isso que acho que é reconhecido, para bem ou para mal, pelo mercado e é isso que deve justificar as nossas decisões», afirmou António Mexia, escusando-se então a dar mais pormenores, e para acrescentar apenas que «mais uma vez, vou cumprir os prazos».

Ainda assim, tendo em conta os critérios que o governante definiu, bem como anteriores declarações suas e do próprio CEO Fernando Pinto, o mercado aguarda que a renegociação, e consequente renovação, dos contratos dos brasileiros, venha mesmo a ocorrer.
Monica Freilão