O ministro Manuel Pinho, que esta tarde esteve no Parlamento, referiu que desde «14 de Setembro foram infindáveis as reuniões que houveram sobre este tema».

«O Governo fez a sua obrigação e infelizmente ainda não chegamos ao resultado que todos desejaríamos», afirmou o governante, citado pela «Rádio Renascença», recusando culpas no destino da fábrica da Opel na Azambuja.

Manuel Pinho foi à Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças falar das Grandes Opções do Plano, mas foi a crise da Opel que acabou por dominar a audição.