O ministro da Economia, Vieira da Silva, mostrou-se esta quarta-feira optimista quanto ao futuro da Nanium, a empresa que nasceu da Qimonda, e disse esperar que, no futuro, venha a criar ainda mais empregos.

A Nanium salvou 380 postos de trabalho e prevê-se que, numa segunda fase, possa ir buscar mais 140 trabalhadores que se encontram actualmente em lay-off.

O plano de viabilização aprovado esta quarta-feira permite manter a empresa em actividade, a única no universo da Qimonda, já que todas as outras fecharam depois da falência da casa mãe.

«Encaro com optimismo o facto de se ter chegado a uma solução e tenho esperança que se venha a alargar a mais trabalhadores, o que não pôde acontecer até ao momento», afirmou Vieira da Silva, à margem do XI Fórum da Indústria Têxtil, que se realizou em Famalicão, citado pela Lusa.



Em declarações aos jornalistas, o ministro da Economia considerou que a viabilização da Qimonda, tendo como principais accionistas o Estado, o BES e o BCP, «é um primeiro passo para reafirmar a capacidade produtiva e estar no mercado».