Em 2001, esse número era de 64 anos, uma tendência que se tem vindo a agravar ao longo do tempo, apesar de a idade legal de reforma ser os 65 anos.

Mas a pressão que esta situação impõe à Segurança Social é ainda agravada pelo tempo médio durante o qual cada pensionista recebe a sua reforma: segundo o Centro Nacional de Pensões, os pensionistas falecidos em 2001 receberam a sua reforma por um período de 16,5 anos, em 2004 o tempo médio já era de 18 anos.

De acordo com o «Jornal de Negócios», tudo somado, a pressão sobre as contas da Segurança Social está a levar os partidos políticos a repensar a idade legal de reforma.
Redação / Jornal de Negócios/PGM