“Não precisamos de um Presidente subserviente, faz falta um Presidente independente. Há alguns que ainda pensam que a política é uma espécie de clube privado, mais ou menos fechado. Enchem a boca de cidadania, mas logo se indignam quando um cidadão diz presente. Como é que ele se atreve e candidata-se logo ao mais alto cargo da nação?”, declarou, em Santarém, num jantar que reuniu mais de 300 pessoas.








“Durante meses e meses durante o ano de 2015, pelo menos aos domingos, ouvia-se falar das presidenciais. Agora nada. Silêncio. Porque será? Distração não é certamente e a democracia não se faz assim”, afirmou.