“Eu acho esta sentença extremamente injusta, aparece na linha de outras situações que nós conhecemos", disse Narciso Miranda. 










“A fatura foi falsamente arranjada para justificar a apropriação do dinheiro”, frisou.












“Houve um atraso na fatura e só paguei em dinheiro porque o empreiteiro estava em processo de insolvência”, disse, na altura, como recorda a Lusa.