O número de casos confirmados de sarampo aumentou para 90, mais quatro do que o último balanço da Direção-Geral de Saúde (DGS), divulgado na segunda-feira, que apontava para um total de 86.

De acordo com o último balanço da DGS, divulgado esta quarta-feira, dos 90 casos confirmados, quatro estão com a doença e três dos que foram confirmados laboratorialmente ontem já estavam anteriormente em investigação e estão curados.

Dos 90 infetados, 49 são mulheres (54%), 13 (14%) não são vacinados, sete (8%) têm esquema vacinal incompleto e 74 (82%) são profissionais de saúde. 

Dos 90 casos de sarampo, 85 registam-se na zona do Norte, dois na região Centro e um na região de Lisboa e Vale do Tejo.

Ainda de acordo com DGS, 15 casos estão em investigação e 217 foram dados como negativos.

Segundo a DGS, o vírus do sarampo é transmitido por contacto direto com as gotículas infecciosas ou por propagação no ar quando a pessoa infetada tosse ou espirra.

Os doentes são considerados contagiosos desde quatro dias antes até quatro dias depois do aparecimento da erupção cutânea.

Este organismo do Ministério da Saúde indica que “os sintomas de sarampo aparecem geralmente entre 10 a 12 dias depois da pessoa ser infetada e começam habitualmente com febre, erupção cutânea (progride da cabeça para o tronco e para as extremidades inferiores), tosse, conjuntivite e corrimento nasal”.

/ AR