Só no último ano mais de 300 mil doentes interromperam medicamentos receitados e de que precisam para sobreviver porque estão esgotados há meses em Portugal.

Estamos a falar de medicamentos insubstituíveis, por exemplo, para os tratamentos de epilepsia, asma, hipertensão, doença de parkinson ou diabetes.

O negócio envolve distribuidores e os grandes laboratórios, que vendem a quem paga mais caro. Portugal deixou de ser um mercado atrativo. É o lucro e o dinheiro que ditam as regras.