O boletim da Direção-Geral da Saúde desta terça-feira dá conta de mais 2.170 infetados e mais um óbito.

De acordo com a informação mais recente da situação pandémica no país, não houve internados nas últimas 24 horas e três pessoas abandonaram os serviços de Unidades de Cuidados Intensivos.

O número de recuperados também aumentou. Mais 2.510 pessoas desde segunda-feira.

Portugal tem hoje 892.741 infetados com o novo coronavírus e 17.118 mortes decorrentes de um contágio. Já o número de casos ativos desceu para 38 488 (menos 341 do que na segunda-feira).

É na região de Lisboa e Vale do Tejo que se concentra a maior parte dos casos (mais 1.151). No Porto, foram mais 637 casos nas últimas 24 horas.

Os dados hoje divulgados pela DGS indicam ainda que o país tem hoje menos 341 casos ativos, totalizando 38.488, tendo recuperado da doença, no último dia, mais 2.510 pessoas.

O número de contactos em vigilância aumentou dos 59.442 para os 64.022, avança ainda a DGS.

Por regiões, além dos 1.151 casos em Lisboa e Vale do Tejo, foram registados mais 637 casos no Norte, 166 no Centro, 52 no Alentejo, 145 no Algarve, dez na Madeira e nove nos Açores.

Desde o início da pandemia, Lisboa e Vale do Tejo já registou um total de 346.991 casos de infeção, o Norte 349.016, o Centro 123.223, o Alentejo 31.359, o Algarve 25.818, os Açores 6.340 e a Madeira 9.994.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

Um total de 484.806 mulheres e 407.428 homens já foram infetados em Portugal pelo novo coronavírus, referem ainda os dados da autoridade de saúde, que indicam ainda que, de 17.118 óbitos, 8.986 foram homens e 8.132 foram mulheres.

 A pandemia de covid-19 provocou pelo 3.987.613 menos mortos em todo o mundo, resultantes de mais de 184,1 milhões de casos de infeção pelo novo coronavírus, segundo o balanço mais recente feito pela agência France Presse.

A doença respiratória é provocada pelo coronavírus SARS-CoV-2, detetado no final de 2019, em Wuhan, uma cidade do centro da China, e atualmente com variantes identificadas em países como o Reino Unido, a Índia ou a África do Sul.