A defesa de Rosa Grilo apresentou, esta sexta-feira, um requerimento para alteração da medida de coação da arguida, pedindo, assim, a sua libertação.

Tânia Reis, advogada da arguida, alegou que não existem elementos probatórios que sustentem a acusação e que justifiquem a prisão preventiva. 

António Joaquim, acusado da morte do triatleta Luís Grilo, em coautoria com a mulher da vítima, saiu em liberdade esta sexta-feira. Estava em prisão preventiva desde setembro de 2018.

Rosa Grilo e o amante estão acusados pelo Ministério Público dos crimes de homicídio qualificado agravado, profanação de cadáver e detenção de arma proibida.

O corpo do triatleta Luís Grilo, morto em 15 de julho de 2018, foi encontrado com sinais de violência e em adiantado estado de decomposição, mais de um mês após o desaparecimento, a cerca de 160 quilómetros da sua casa, na zona de Benavila.

António Assis Teixeira