A defesa de António Mexia e de Manso Neto considera que algumas das medidas de coação aplicadas aos dois ex-responsáveis da EDP estão extintas, por não terem sido revalidadas pelo juiz Carlos Alexandre.

Assim, os dois poderão voltar a sair do país, voltar a manter contactos com outros arguidos e testemunhas e frequentar determinados lugares, como espaços ligados à EDP.

A defesa diz que passaram seis meses e não foi deduzida acusação, pelo que estas três medidas caem.

Mantém-se, para já, válidas a suspenção de funções e o pagamento de cauções de dois milhões de euros.

Os dois ex-administradores da EDP estão suspensos de funções desde 6 de julho, numa decisão do juiz Carlos Alexandre, tomada no âmbito do caso das rendas excessivas.

Tanto Mexia como Manso já saíram da empresa.