O número de casos confirmados por Covid-19 em Portugal aumentou para 169, informou este sábado a Direção-Geral da Saúde (DGS).

Foram registados mais 57 casos positivos nas últimas 24 horas, sendo estes dados atualizados até às 00:00 de sexta-feira.

Dos 169 casos confirmados, 45 não estão hospitalizados, sendo que 114 pessoas estão internadas, havendo ainda outras 10 internadas nos cuidados intensivos. O boletim da DGS fala em apenas um caso recuperado, sendo que a diretora-geral da Saúde, Graça Freitas, tinha referenciado, em conferência de imprensa, que havia mais casos recuperados.

A DGS informa ainda que existem 1.704 casos suspeitos, dos quais 126 aguardam análises laboratoriais. Estão ainda em sob vigilância das autoridades de saúde 5.011 pessoas.

O maior número de casos continua a registar-se na região Norte, que tem 77 doentes (mais 24 casos). Segue-se Lisboa, que também verificou uma grande subida, e tem agora 73 casos confirmados (mais 27). A região Centro registou mais dois casos, passando a totalizar oito, enquanto o Algarve tem agora sete doentes confirmados (mais um). O Alentejo e as ilhas continuam sem quaisquer casos de Covid-19.

O número de estrangeiros aumentados também aumentou, uma vez que agora existem cinco pessoas não portuguesas infetadas com o novo coronavírus, um acréscimo de quatro doentes, face ao último balanço.

Relativamente à origem dos casos, há um total de 39 casos importados. É de Itália que são importados mais casos (13), Espanha (12), França (sete), Suíça (cinco), um caso proveniente de Alemanha e Áustria e um outro com origem na Bélgica.

Quanto às idades dos doentes, entre os 0 os 9 anos, há um doente; entre os 10 e os 19 anos, há 19 casos confirmados; entre 20 e 29 anos, há 19 casos; entre os 30 e 39 anos, há 37 casos; entre os 40 e 49 anos, há 41 casos; entre os 50 e 59 anos, há 26; entre os 60 e 69 anos, há 12 casos; 11 casos dos 70 aos 79 e três com mais de 80 anos.

O sintoma mais comum é a tosse, que se manifesta em 54% dos doentes. A dificuldade respiratória, que é um dos sintomas mais graves, está presente em 10% dos casos.

/ AG