“Tem de haver [segunda volta], é estatutário. Respeito isso, mas acho que os enfermeiros falaram de forma expressiva. No órgão de bastonário, consegui ter mais votos em todo o país e nas secções regionais”, apontou.


“Estamos a falar de uma pessoa que vai a uma segunda volta e que, se eventualmente ganhar, ficará com toda a minha equipa. No fundo, não teria poder nenhum”, sublinhou.