«Nós não escamoteamos a verdade. É só graças a um enorme esforço dos profissionais, sejam médicos, enfermeiros ou técnicos, que se consegue dar resposta a uma situação que nós não estávamos habituados. É que o número de doentes que vai aos serviços de urgência não aumentou, mas temos doentes mais graves, doentes mais idosos, mais doentes internados e mais doentes que ficam mais tempo no hospital», disse aos jornalistas Cunha Ribeiro.




em que a TVI revelou uma carta de demissão de 28 dos 33 diretores de serviços do Hospital Amadora-Sintra.











«A ARS desconhece qualquer situação que aponte para uma degradação dos cuidados com exceção do número elevado de doentes graves que estão mais tempo internados; mas isto por si só cria um problema grave, não vou negar», disse.