Nas últimas 24 horas, Portugal contabiliza mais um óbito e 132 novos casos de covid-19, informa o boletim da Direção-Geral da Saúde divulgado esta segunda-feira. No total, o país regista 54.234 casos de covid-19 e 1779 mortes.

O relatório de situação dá ainda conta de mais 103 doentes recuperados, 39.800 no total. Dos novos casos, 66 são em Lisboa e Vale do Tejo, 41 no Norte, seis na região Centro, 13 no Alentejo e cinco no Algarve. O único óbito registou-se na região de Lisboa e Vale do Tejo.

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Há, nesta altura, 336 doentes internados, mais 11 do que no dia anterior, e mantêm-se em unidades de cuidados intensivos 39 pessoas.

Na região norte estão confirmados 19.514 casos de covid-19 desde o início da pandemia, 41 dos quais nas últimas 24 horas; a região centro contabiliza 4.591 casos confirmados (mais seis); o Alentejo regista 836 casos confirmados (mais 13), e o Algarve 980 casos (mais cinco).

Na região autónoma da Madeira contam-se 130 casos confirmados desde o início da pandemia (sem variação nas últimas 24 horas) e nenhum óbito; já nos Açores foi registado mais um caso (186) e mantêm-se as 15 mortes.

Quanto aos óbitos registados, o norte mantém-se como a região com o total de mortes mais elevado, com 840 registos, o centro tem 253 mortes, a região de Lisboa e Vale do Tejo tem 632, o Alentejo 22 e o Algarve 17 mortos.

Portugal continua sem registo de mortes abaixo dos 20 anos e a faixa etária acima dos 80 anos continua a ser a mais atingida pela mortalidade por covid-19.

Quanto a casos confirmados, distribuem-se por todas as faixas etárias, sendo as idades até aos nove anos as menos afetadas por infeções.

O boletim da DGS deixou de fornecer números exatos sobre a distribuição demográfica de casos, mas, segundo o gráfico apresentado, as faixas etárias entre 30 e 39 anos e os 40 e os 49 anos continuam a ser as mais afetadas. Nos 132 novos casos registados nas últimas 24 horas, 72 são homens e 60 são mulheres.

Os dados indicam ainda que, do total das vítimas mortais, 896 são homens e 883 são mulheres.

Por faixas etárias, o gráfico mostra que o maior número de óbitos se concentra nas pessoas com mais de 80 anos, seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos, entre 60 e 69 anos e entre 50 e 59 anos.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 35.568 pessoas (menos 174 do que na véspera).

Bárbara Cruz / Com Lusa