Portugal contabiliza mais cinco mortos e 123 novos casos de covid-19, na últimas 24 horas, informa o boletim da Direção-Geral da Saúde, divulgado esta segunda-feira.

No total, a pandemia já infetou 55.720 pessoas em Portugal, das quais morreram 1.801.

 

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A região de Lisboa e Vale do Tejo foi a que registou mais novos casos nas últimas 24 horas, com 63 infeções confirmadas, contabilizando 28.816 casos.

Três dos cinco óbitos ocorreram na região de Lisboa e Vale do Tejo, que totaliza agora 649 mortos, e dois na região Norte que contabiliza 845 mortes e 19.972 casos (mais 43 nas últimas 24 horas).

A região Centro contabiliza 4.669 casos confirmados (mais 8), o Algarve 1.034 (mais 6), e o Alentejo regista 887, um valor que se mantém inalterado em relação a domingo. Nenhuma destas regiões registou qualquer novo óbito por covid-19.

Nos Açores foram registados mais três casos nas últimas 24 horas e na Madeira não houve qualquer mudança face aos números de domingo.

Os Açores totalizam 202 casos desde o início da pandemia e 15 mortes, e a Madeira 140 casos e nenhum óbito por covid-19.

De acordo com o boletim, houve mais 106 doentes recuperados, totalizando 40.880 casos de recuperação.

A DGS indica também que há mais quatro doentes internados, totalizando 321, e menos um nos cuidados intensivos (44) em relação a domingo.

Os casos confirmados distribuem-se por todas as faixas etárias, sendo entre os 40 e os 49 anos que se registam mais infeções, contabilizando-se um total de 9.194, seguida da faixa etária entre os 30 e os 39 anos, com 9.149 casos, e entre os 20 e os 29 anos, com 8.672.

Os dados indicam ainda que houve 25.058 homens e 30.6620 mulheres infetados desde o início da pandemia.

Do total de vítimas mortais, 907 são homens e 894 são mulheres.

O maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos, com 1.203 mortes registadas desde o início da pandemia, seguindo-se as faixas entre os 70 e os 79 anos (353).

Três dos óbitos registados nas últimas 24 horas foram de pessoas na faixa etária dos 70 aos 79 anos e os outros dois de pessoas com mais de 80 anos.

As autoridades de saúde têm sob vigilância 34.388 pessoas (menos 25 do que na véspera).

Andreia Miranda / com Lusa