Portugal tem mais de quatro mil milhões de animais declarados, segundo dados da Direção-Geral de Alimentação e Veterinária (DGAV) enviados à Lusa.

De acordo com os últimos dados da DGAV, reportados a fevereiro deste ano, estão declarados em Portugal 4.478.725.068 animais, dos quais apenas 501.604 são de companhia.

A este número juntam-se 747.145 colónias e 43.564 apiários, dados de setembro de 2020, perfazendo um total de 4.479.515.777.

Por tipo, encontram-se declarados 4.103.314.452 frangos, 60.110.132 frangos do campo, 27.842.192 galinhas poedeiras (cria/recria), 78.561.897 galinhas poedeiras (produção), 1.027.272 galinhas poedeiras criadas ao ar livre (produção), 23.328.185 galinhas reprodutoras (multiplicação-cria/recria), 73.561.515 galinhas reprodutoras (multiplicação-produção), 33.072.431 perus (cria/recria/engorda), 69.240.616 patos (engorda) e 470.240 patos (reprodutores).

A estes somam-se 86 avestruzes, 1.056.700 codornizes e, no âmbito das espécies cinegéticas, mais 4.600 patos (reprodutores), 122.943 perdizes (reprodutores), 14.375 faisões (reprodutores) e 6.000 perdizes.

Ainda dentro do grupo dos animais de pecuária, estão declarados 1.619.562 bovinos, 2.220.045 ovinos, 292.503 caprinos, 2.263.956 suínos e 94.102 equinos.

556 processos de contraordenação 

Já entre os animais de companhia registados encontram-se 212.841 canídeos, 287.144 felídeos e 1.279 mustelídeos de um total de 1.669.037 titulares.

Desde outubro de 2019 que os donos de cães, gatos ou furões são obrigados a registar os animais no sistema de informação de animais de companhia (SIAC).

O registo custa 2,50 euros e quem não cumprir está sujeito a multas de, no mínimo, 50 euros.

A partir dessa data e até ao momento, “encontram-se registados nos registos centrais da DGAV, 556 processos de contraordenação já instruídos, e cuja fase de decisão final se encontra em curso", adiantou o Ministério da Agricultura.

A DGAV é um serviço central da administração direta do Estado, com autonomia administrativa.

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