Paulo e José foram vítimas de acidentes na A1 e na A43, devido ao atravessamento de animais e à presença de objetos na faixa de rodagem.

Apesar de os sinistros terem acontecido há mais de seis meses, estes dois condutores travam, ainda, uma luta com as concessionárias das estradas para serem ressarcidos pelos danos que sofreram.

É que, apesar de a lei ser clara quanto à responsabilidade das concessionárias em acidentes desta natureza, as empresas que asseguram a manutenção e a segurança das vias, recusam-se a pagar os prejuízos aos dois condutores. A estes, e a outros, uma vez que utentes e especialistas consideram que o comportamento em causa é frequente por parte das concessionárias.

Sendo assim, como deve agir quem utiliza as autoestradas para evitar que um acidente resultante do atravessamento de um animal, da presença de um objeto na via ou devido à existência de líquidos na faixa de rodagem se torne um episódio ainda mais traumático?

As respostas, para ver, esta segunda-feira no Jornal das 8, na rubrica 'Acontece aos melhores'.

Se aquilo que, regra geral, só bate à porta dos outros também lhe aconteceu a si, conte-nos a sua história para o e-mail aconteceaosmelhores@tvi.pt.

Emanuel Monteiro