tinham sido detidos em finais de abril

“A investigação concluiu entretanto que o padrasto também levava a menina a casa do abusador efetivo e ficava à espera que os atos fossem consumados”, explicou fonte policial, em declarações à TVI.

“Entendemos que pela prova que havia no processo, ele favorecia os factos. Se ele não tivesse favorecido, provavelmente alguns dos abusos não teriam acontecido”, acrescentou a mesma fonte.