Por outro lado, «haverá um adicionar de tratamentos sempre que não houver um caso de cura».


«A representante da Gilead vai dizer o mesmo que nos disse a nós, que temos o melhor acordo da Europa, o que, como é confidencial, nenhum de nós vai ficar a saber».

O «Estado suportará integralmente o custo destes tratamentos», frisou o ministro, adiantando que «a aplicação do dinheiro dos contribuintes será feita em mais pessoas tratadas», pelo que a negociação permite «gastar menos dinheiro por tratamento, mas vamos tratar mais doentes, o Estado e os contribuintes vão gastar mais». 












«Mandámos um oficio a todos os hospitais» para saber «quantos doentes estão efetivamente a ser tratados neste momento em função das autorizações que já foram dadas. Aguardamos com a maior urgência a resposta dos hospitais para podermos fazer um balanço final e tomar as medidas necessárias para os tratamentos cheguemm o mais rapidamente aos nossos doentes».


«Desta vez quero acreditar que o senhor ministro não nos vai deixar morrer».