Em comunicado, a ANAG refere que os seus dirigentes saíram da reunião com a ministra Anabela Rodrigues “com dúvidas sobre a recetividade às propostas colocadas”, nomeadamente no que se refere ao horário de referência, promoções, reserva e reforma, férias e estatuto remuneratório.






“Face à pouca vontade política manifestada pela ministra da Administração Interna em promover alterações que produzam melhores condições de vida profissional e pessoal dos militares, à ANAG resta-lhe apelar ao bom senso e esperar que na próxima ronda negocial sejam apresentadas propostas finais que venham ao encontro das que foram defendidas pelas associações representativas dos militares da GNR”, refere ainda a associação.