“A AI solicita que se crie uma entidade independente para averiguar estas situações. Daria imensa credibilidade à investigação e protegeria as forças de segurança de suspeições indevidas”, disse à agência Lusa a diretora executiva da secção portuguesa da Amnistia Internacional, Teresa Pina.








“Há uma discrepância que, talvez por não existir uma entidade independente a investigar o desfecho deste processo ,pode ajudar a explicar porque, havendo tantas denúncias, há poucas condenações efetivas”, disse à Lusa.


“Há regras para o uso da força, que deve ser feita em último caso, e as forças de segurança têm a missão de repor a segurança e ordem púbica, mas não o devem fazer a todo o custo”, disse, sublinhando que Portugal é membro do Conselho de Direitos Humanos da ONU e, por isso, deve ter um “comportamento exemplar na aplicação da lei”.