Na oitava sessão do julgamento do ataque à academia o Sporting, em Alcochete, foram ouvidos o antigo jogador do Sporting Manuel Fernandes, ligado ao scouting e que presenciou o ataque, e o assessor de comunicação Paulo Cintrão.

E tal como Ricardo Gonçalves, da segurança, confirmaram que Bruno de Carvalho disse na reunião de 14 de maio, véspera do crime, que queria saber quem estaria com ele, acontecesse o que acontecesse.

Manuel Fernandes disse não ter assistido a nenhuma agressãom mas falou de vários adeptos junto a Battaglia, Acuña e William de Carvalho. Quando viu Bas Dost já estava caído no chão

Já Paulo Cintrão garantiu ter Acuña ser agredido na zona do pescoço. Confirmou ter visto Fernando Mendes e questionou-o sobre o que se passava.

O ex-lider da Juve Leo terá respondido que não tinha nada que ver com aquilo. à porta do tribunal, alegou que tudo não passou de uma coincidência.

O Sporting, na qualidade de assistente do processo da invasão à academia de Alcochete, pediu esta terça-feira que oito dos seus futebolistas sejam ouvidos como testemunhas através de videoconferência, invocando razões de ordem psicológica.

Miguel Moutinho, advogado do Sporting, apresentou um requerimento para que as inquirições aos oito jogadores, que devem testemunhar em breve, sejam feitas por videoconferência, para “os proteger das pressões da sala de audiências, onde se encontram os arguidos”.