A decisão daquele tribunal, a que a Lusa teve acesso, defere a providência cautelar “in toto”, ou seja, na totalidade dos argumentos apresentados, entre os quais o alerta de que a Sociedade Polis Litoral Ria Formosa, responsável pela execução do processo de renaturalização das ilhas-barreira, não elaborou “um plano específico de salvaguarda e de proteção dos camaleões e dos seus habitats durante as demolições”.