As autoridades estão a patrulhar as margens, desde a Fonte da Telha até à Ponte 25 de Abril, à procura do corpo do jovem que desapareceu na terça-feira na Cova do Vapor, em Almada.

Segundo disse à Lusa o capitão do Porto de Lisboa, o trabalho hoje é de patrulha de margens e envolve tanto a Polícia Marítima como os nadadores-salvadores, meios do Instituto de Socorros a Náufragos e dos bombeiros.

"Também já alertamos as corporações dos bombeiros porque o corpo pode aparecer em qualquer altura numa extensão de área muito grande", acrescentou.

O comando local da Polícia Marítima de Lisboa recebeu na terça-feira, pelas 13:35, um alerta do Centro de Coordenação de Busca e Salvamento Marítimo (MRCC) de Lisboa a informar que um grupo de três jovens, com idades entre os 16 e 17 anos, se encontrava em perigo na água, nas proximidades da praia da Cova do Vapor, em Almada, no distrito de Setúbal.

Os três jovens estavam na água numa área não vigiada próxima da praia da Cova do Vapor, zona com correntes fortes, e terão sido arrastados pelo mar.

O capitão do Porto de Lisboa enviou então para o local o piquete da Polícia Marítima, uma embarcação da Polícia Marítima, uma embarcação da Estação Salva-vidas de Lisboa e uma viatura ‘Amarok’ do Instituto de Socorros a Náufragos.

Ao chegarem ao local deparam-se com um jovem que ficou agarrado a uma estaca e foi recuperado pela embarcação da Polícia Marítima e um segundo que conseguiu regressar a terra pelos próprios meios, sendo que o terceiro jovem se encontra desaparecido”, explicou.

Nas operações de busca pelo jovem desaparecido estiveram envolvidos durante o dia de terça-feira o piquete da Polícia Marítima, a embarcação da Polícia Marítima, a embarcação da Estação Salva-vidas de Lisboa, a viatura ‘Amarok’ do Instituto de Socorros a Náufragos, elementos do Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima e pelos Bombeiros Voluntários da Trafaria.

No local esteve também um helicóptero da Força Aérea Portuguesa, que participou nas buscas até cerca das 18:45.

Segundo a mesma fonte, o Grupo de Mergulho Forense da Polícia Marítima esteve igualmente no local, tendo encontrado correntes muito fortes, que dificultaram as operações.