A escola número 34 da Alta de Lisboa está esta segunda-feira fechada num protesto convocado pela associação de pais, que se queixa de falta de vigilância às crianças e exige a colocação de mais sete auxiliares educativas.

Em declarações à Lusa, Irene Pinto, presidente da associação de pais, explicou que as 350 crianças da escola ¿ que têm entre 3 e 9 anos - são vigiadas apenas por 3 funcionárias, sendo que uma tem apenas 20 por cento de aptidão para trabalhar, outra está dedicada à sala de multi-deficiências (oito das crianças da escola são deficientes, sendo que cinco usam cadeira de rodas) e outra ainda está orientada para o jardim-de-infância.

Os pais consideram que há pouca vigilância para tantas crianças e pedem, por isso, a contratação de sete novas funcionárias, cinco para o primeiro ciclo e duas para o jardim-de-infância.

A escola, que deveria abrir esta manhã às 08:00, está encerrada, vendo-se no portão principal plásticos pretos pendurados. À porta estão cerca de 10 pessoas, incluindo crianças, mas o número deverá aumentar por volta das 09:00, altura em que deveria ter início o período de aulas.

O protesto foi convocado pela associação de pais, tendo a presidente da associação avançado à Lusa que teve apoio da direcção da escola.
Redação / CLC