Uma amostra de saliva encontrada na cama onde Madeleine McCann dormiu, enquanto esteve de férias com a família no Algarve, poderá provar a ligação ao novo suspeito, Christian Brueckner.

De acordo com o jornal britânico The Sun, a polícia espera que os avanços da tecnologia de análise de ADN comprovem o envolvimento do alemão no desaparecimento de Maddie.

Inicialmente, testes de microscópio apontavam para que a amostra se tratava de sémen, mas mais tarde confirmou-se que era saliva. Na altura, os cientistas não conseguiram obter resultados conclusivos do perfil de ADN.

Atualmente, o material genético encontra-se guardado no Instituto de Medicina Legal de Coimbra.

Recorde-se que, conforme noticiou a TVI, a Polícia Judiciária, a Metropolitan Police de Londres e a polícia alemã (BKA), lançaram no dia 3 de junho um novo apelo público de informação sobre um homem alemão, suspeito de envolvimento no desaparecimento de Madeleine McCann em Portugal em 2007.

Christian Brueckner, de 43 anos, atualmente a cumprir pena de prisão na Alemanha, terá vivido no Algarve entre 1995 e 2007, tendo a polícia revelado que registos telefónicos o colocam na área da Praia da Luz no dia em a criança inglesa desapareceu.

O suspeito foi colocado numa cela de isolamento por razões de segurança e só pode sair acompanhado por guardas prisionais, para não ser vítima de agressões por parte dos outros reclusos.

Brueckner só pode sair da sua cela quando acompanhado por guardas e isolado de outros reclusos, para evitar ser vítima de agressões.

Madeleine McCann desapareceu no dia 03 de maio de 2007, poucos dias antes de fazer quatro anos, do quarto onde dormia juntamente com os dois irmãos gémeos, mais novos, num apartamento de um aldeamento turístico, na Praia da Luz, no Algarve.

Inês Pereira