O Hospital do Algarve está a pagar 50 euros à hora a sete profissionais espanhóis contratados para colmatar falhas no serviço. Estes tarefeiros não têm vínculos com o Estado, o que não agrada à Federação Nacional dos Médicos.

Estamos radicalmente contra a contratação de médicos e empresas. Esse é um recurso que deve ser mínimo", afirma Margarida Agostinho, da Federação Nacional dos Médicos.

A Ordem dos Médicos afirma que o mais importante é garantir que os cuidados de saúde são prestados a quem necessita, ainda que reconheça que esta não é a situação ideal.

Estes serviços avulsos não garantem boas condições de trabalho", acrescentou Margarida Agostinho.

 Só ano de 2018, este tipo de contratações custou aos cofres do Estado mais de 100 milhões de euros.