A partir desta segunda-feira, a Maternidade Alfredo da Costa vai suspender cirurgias agendadas e por tempo indeterminado, por causa da falta de anestesistas.

O problema agrava-se pelo facto de se tratar de altura de férias e haver ainda menos médicos.

Ao Diário de Notícias, a diretora clínica da maternidade explicou que a solução passa por fazer contratos de prestação de serviços imediatos ou realizar as operações noutro hospital.

O serviço tem duas salas de operação, mas apenas uma estará aberta no verão, três vezes por semana.

De acordo com a mesma publicação, já foram adiadas 50% das cirurgias marcadas. Para além disto, o tempo de espera para a realização de uma operação muito prioritária de ginecologia na maternidade é de um mês, mas o máximo estabelecido pela lei portuguesa são 15 dias.

Os utentes com cirurgias programadas vão ter por isso de escolher outros hospitais ou aguardar em lista de espera.