Ângela Ferreira, a mulher que quer engravidar do marido que morreu de cancro, em março de 2019, está cada vez mais perto de concretizar o sonho de vida do casal.

Depois da emissão da minissérie documental “Amor Sem Fim”, em fevereiro na TVI, deputados e cidadãos uniram-se para propor uma alteração à lei da procriação medicamente assistida, de modo a que a inseminação pós-morte passe a ser legal, nos casos em que o marido falecido tenha deixado, por escrito, essa vontade.

Os projetos de lei foram aprovados na generalidade na última sexta-feira, porém este não é o desafio final da luta de Ângela. Segue-se a discussão das propostas na Comissão de Saúde e uma nova votação em plenário. Depois, a lei tem ainda de ser promulgada pelo Presidente da República.

Um ano depois, a TVI acompanhou em exclusivo, ao longo das últimas semanas, a vida de Ângela, para perceber o que mudou desde a emissão da minissérie, como tem sido a espera pela alteração à lei e que planos faz esta mulher para o futuro, quando o filho do casal nascer.

Redação / RL