“Amor sem fim” estreou-se esta segunda-feira mas já está a emocionar o país: mais de um milhão de portugueses seguiram de perto esta história de um amor singular.

No segundo episódio, a história prossegue com Hugo, já internado no Hospital de São João, com um cancro terminal, e um de vários desejos por cumprir: o de se casar pela igreja. Ângela não hesitou, em poucos dias organizou um casamento em pleno hospital: a cerimónia seria na capela da unidade de saúde, a boda no refeitório. Porém, horas antes da cerimónia, Hugo teve uma hemorragia interna que, inesperadamente, o impediu de sair da cama. Enfermeiros, capelão e amigos mobilizaram-se para tornar a enfermaria numa igreja, e assim aconteceu: Hugo e Ângela casaram-se a 24 de março do ano passado, numa cerimónia religiosa, na cama de um hospital.

A boda aconteceu, na mesma, na cantina do edifício, mas Hugo e Ângela não acompanharam os convidados. O jovem de 29 anos estava a morrer. Os noivos passaram as primeiras horas do casamento e as últimas da vida de Hugo agarrados, a celebrar um amor sem fim. Menos de 24 horas depois de casar, Hugo morreu, não sem antes ter feito um pedido à mulher: “Dá-me um filho teu”.

A minissérie documental da autoria do jornalista Emanuel Monteiro, continua a ser emitida no programa Alexandra Borges até quinta-feira, logo após o Jornal das 8.