“Neste momento está apenas em condições de plena operacionalidade um dos cinco Kamov da frota do Estado”, refere a ANPC, adiantando que duas aeronaves vão ser reparadas num “curto espaço de tempo” e as outras duas requerem intervenções mais profundas, “não sendo possível garantir a sua entrada no atual dispositivo”.










“Dada a gravidade da matéria apurada, esta Autoridade irá agir por todos os meios ao seu dispor para defesa e garantir do interesse patrimonial do Estado”, sustenta.