Após 57 anos depois da primeira fornada das primeiras espingardas automáticas G3, produzidas na Fábrica de Braço de Prata, em Lisboa, o Exército português apresenta a Espingarda de Assalto SCAR-L como sucessora.

O primeiro-ministro, António Costa, defendeu hoje que substituição da arma ligeira do Exército G3 era um "imperativo de modernização" e destacou que o novo equipamento, em utilização a partir de 2020, é mais leve e robusto.

É um investimento muito significativo, mas crucial para a modernização do Exército e das Forças Armadas”, frisou António Costa, na apresentação da nova arma SCAR, na Escola das Armas, em Mafra.

Para António Costa, “a conflitualidade e as características dos teatros de operações exigem que os militares estejam equipados com armamento leve, simples, com grande cadência de tiro, ao mesmo tempo, robusto e com grande previsão às próximas e médias distâncias”.

O primeiro-ministro afirmou que “o imperativo de modernização se impunha, mas não apaga o contributo de mais de 50 anos da G3”, que começou por ser utilizada pelo Exército e Forças Armadas em 1962 em África.