"Gostaríamos de saber a calendarização destas reuniões para que, não só os sindicatos, mas os próprios polícias, pudessem perceber que efetivamente há um processo negocial, e também saber qual o 'timing' necessário para concretizar estas alterações", reforçou.

"Neste momento estamos com um vazio, a única coisa que temos é uma declaração da ministra da Administração Interna de que está a analisar as propostas. Isto só não chega", acrescentou.






"Caso não haja calendarização, partimos do princípio de que já não vai haver tempo. E é evidente que ninguém vai aceitar muito bem que não haja alterações ao estatuto profissional. Haverá, com certeza, uma demonstração dessa indignação, mas espero que não sejam necessárias ações de protesto", disse.




Redação / MM