"Devem refletir e pensar um pouco sobre a decisão que tomaram naquela altura", disse a magistrada, como reporta a Lusa.


"Estava tudo escuro. Não me apercebi de nada. Só senti o estrondo", declarou o arguido, admitindo que tinham ingerido bebidas alcoólicas, no início da noite, mas que não foi por essa razão que não pararam no local do embate.








"Nenhum dos arguidos procurou auxiliar a vítima, inteirar-se do seu estado ou sequer providenciar por assistência de emergência, abandonando aquela à sua sorte", diz o MP.