Segundo a advogada da Associação, Marisa Macedo, quando a ADRA recebeu o sistema de água e saneamento do concelho de Estarreja, “sucedeu na posição contratual de prestadora de serviço ao Município de Estarreja. Assim, se a Câmara, no âmbito dos seus apoios sociais, na altura, fornecia água de forma gratuita àquelas habitações, a ADRA não podia vir cobrar tal dinheiro, porque, contratualmente, ocupa a mesma posição da Câmara, o que, agora, foi aceite pelo tribunal”, explicou à Lusa.