Portugal registou mais 6 mortos e 232 novos casos de infeção por Covid-19 nas últimas 24 horas, de acordo com o último boletim da Direção-Geral da Saúde (DGS).

O país regista agora 1.620 vítimas mortais (mais 0,4%) e 44.129 infetados (+0,5%).

Do total de novos casos, 195 foram registados na região de Lisboa e Vale do Tejo, o que representa 84,1% das novas infeções. Há, ainda, 200 casos por incluir no total da região de Lisboa, referentes a testes realizados por um laboratório privado que em três dias da semana passada não os registou no sistema para o efeito, estando a sua distribuição ainda a ser analisada pelas autoridades de saúde.

A Grande Lisboa continua a registar o maior número de casos ativos com 20.722, seguindo-se a região Norte com 17.766.

Foram registados mais 146 casos de pessoas recuperadas, o que perfaz um total de 29.166. 

Existem, neste momento, 513 pessoas internadas, das quais 74 em Unidade de Cuidados Intensivos.

As autoridades de saúde mantêm sob vigilância 31.485 pessoas e há 1.182 a aguardar resultados laboratoriais.

Boletim da DGS - dia 6 de julho by TVI24 on Scribd

Relativamente aos óbitos, a região com maior número é o Norte (820), seguida de Lisboa e Vale do Tejo (507), a região Centro (248) e o Alentejo, Algarve e Açores, com 15 vítimas mortais cada.

Por faixas etárias, o maior número de óbitos concentra-se nas pessoas com mais de 80 anos (1.075), seguidas das que tinham entre 70 e 79 anos (310) e entre os 60 e 69 anos (148).

Quanto ao número de infetados, a seguir às regiões de Lisboa e do Norte, surgem o Centro (4.195), o Algarve (663) e o Alentejo (539) com mais casos. Os Açores têm 151 infetados e a Madeira 93.

Há no país 11 concelhos com mais de 1.000 casos de doentes infetados, uma lista liderada por Lisboa (3.645), seguida por Sintra (2.850), Loures (1.910), Amadora (1.780), Vila Nova de Gaia (1.678) e Porto (1.414).

A DGS indica também no boletim de hoje que, devido a um erro informático, não é apresentado o quadro das idades relativo aos infetados, sublinhando que a situação será corrigida "com a maior brevidade possível".

Cláudia Évora