divulgados num vídeo



“A CPCJ não tinha conhecimento desta situação e só a conheceu depois de divulgado o vídeo. Vamos averiguar o que aconteceu. Recebemos depois da divulgação do vídeo várias participações, mas faríamos uma averiguação mesmo que isso não tivesse acontecido”, disse à agência Lusa a presidente da CPCJ da Figueira da Foz, Sandra Lopes.



“Como é um crime com um conjunto de pares, com agressões reiteradas por várias pessoas”, o jovem estava indefeso e o vídeo foi para as redes sociais “poderemos entender que se trata de um crime de ofensas corporais qualificadas”.

“Mesmo que o jovem já tenha 16 anos eu penso que há um circunstancialismo que aponta” para este crime, sustentou.


















Redação / EC - Atualizada às 16:25