"Já não se pensa só no adulto quando se fala de de violência doméstica", disse à agência Lusa Ana Isabel Sani, da Universidade Fernando Pessoa, considerando que, se a política antes estava "voltada para a vertente adulta", hoje "dirige-se também para os mais novos".

A "vitimação indireta das crianças", em que esta, estando num meio de violência, não é o alvo, pode "ter um impacto muito idêntico" a situações em que a criança é vítima de violência direta, contou.