2020 é a menos de seis anos. E as projeções do  Registo Oncológico Regional do Sul não são nada animadoras: o s casos de cancro de pele deverão quase triplicar e os de tumor do cólon duplicar na região sul de Portugal nesse ano, comparando com o final da década de 1990.











O que pode provocar cancro de pele?

No que toca ao cancro de pele, no mesmo período, houve mais 50% de casos nos homens e de 35% nas mulheres.

A exposição intensa ao sol em idades jovens, a par de um melhor diagnóstico, estarão na base deste aumento, advertiu Ana Miranda.

A especialista considera que «campanhas bem organizadas» podem reverter esta situação. Deverão ser «feitas nos locais e no momento certo», juntando várias entidades.

Embora o aumento de casos revelado pelas projeções seja significativo, Ana Miranda considera que os serviços de saúde em Portugal precisam de estar preparados não apenas para os novos casos, mas para a prevalência total, ou seja, para o número de pessoas que vão conviver com a doença oncológica, à medida que aumenta a sobrevivência neste tipo de patologia.

Os mais recentes dados do Registo Oncológico do Sul, de 2009, mostram que os tumores mais frequentes no homem são o da próstata, da traqueia, brônquios e pulmão, do cólon, da bexiga e do reto. Na mulher, o cancro mais comum é o da mama (quase um terço dos casos), o do cólon e o do colo do útero e útero.