“Queremos melhorar a parte dedicada ao diagnóstico, com impacto significativo na redução da mortalidade, diminuição do número de anos de vida perdidos e diminuição do sofrimento evitável, melhorar os cuidados de proximidade, aumentar o grau de satisfação do utente e melhorar o clima organizacional”, concluiu.



“Era bom que isto fosse para todos os doentes, mas temos de começar por algum lado”, disse, por seu lado, o presidente do Conselho Diretivo da ARS do Algarve, João Moura Reis.