Portugal regista esta terça-feira mais uma morte e 268 novos casos de covid-19, segundo o boletim divulgado pela Direção-Geral da Saúde (DGS). O país fica assim a seis pessoas dos 17 mil óbitos causados pela doença.

O mesmo balanço dá conta de menos 20 doentes internados, num total que agora é de 257, dos quais 71 estão hospitalizados em unidades de cuidados intensivos, menos duas pesssoas nas últimas 24 horas. Entre janeiro e fevereiro os hospitais chegaram a ter quase sete mil pessoas internadas, quase mil delas em cuidados intensivos.

Agora, e com números constantemente abaixo dos 300 internados, Portugal vive a melhor fase da pandemia no que toca a hospitalizações, que só foram tão baixas nos primeiros 15 dias a seguir à doença ter chegado ao país.

Com mais 661 doentes recuperados, o número de casos ativos desceu para 21.708, tendo já sido registados 840.008 casos de covid-19 em Portugal.

O único óbito foi registado na região Norte, que viu ainda serem confirmados mais 88 casos. A região de Lisboa e Vale do Tejo reportou 84 novos contágios, enquanto o Centro teve mais 27 notificações. Alentejo e Algarve, com 12 e 15 novos casos, mantêm uma tendência de controlo da pandemia.

Nota ainda para as regiões autónomas dos Açores e da Madeira, que registaram 26 e 16 casos, respetivamente.

As autoridades regionais dos Açores e da Madeira divulgam diariamente os seus dados, que podem não coincidir com a informação divulgada no boletim da DGS.

O novo coronavírus já infetou em Portugal pelo menos 381.302 homens e 458.370 mulheres, mostram os dados da DGS, segundo os quais há 336 casos de sexo desconhecido, que se encontram sob investigação, uma vez que esta informação não é fornecida de forma automática.

Do total de vítimas mortais, 8.926 eram homens e 8.068 mulheres.

O maior número de óbitos continua a concentrar-se nos idosos com mais de 80 anos, seguidos da faixa etária entre os 70 e os 79 anos.

Do total de mortes, 11.177 eram pessoas com mais de 80 anos, 3.620 com idades entre os 70 e os 79 anos, e 1.525 tinham entre os 60 e os 69 anos.

António Guimarães